O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou nesta sexta-feira (13) que o líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, estaria ferido e possivelmente desfigurado. A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa no Pentágono, em meio ao aumento das tensões militares entre os dois países.
Segundo Hegseth, a liderança iraniana estaria escondida em bunkers localizados em áreas civis. De acordo com ele, a situação do governo iraniano demonstra fragilidade diante das ações militares dos Estados Unidos no conflito.
Durante a coletiva, o secretário também mencionou que o primeiro pronunciamento de Khamenei após assumir a liderança do país foi transmitido pela televisão estatal apenas em formato de texto, sem áudio ou vídeo do líder. Para Hegseth, esse detalhe levanta dúvidas sobre o real estado de saúde do dirigente iraniano.
Ainda segundo o representante do governo norte-americano, as forças armadas dos Estados Unidos teriam causado danos significativos à estrutura militar do Irã. Ele afirmou que a força aérea iraniana estaria praticamente inoperante, que parte da marinha foi neutralizada no Golfo Pérsico e que a capacidade de lançamento de mísseis do país foi reduzida.
Tensões no Estreito de Ormuz
Em pronunciamento feito na quinta-feira (12), Mojtaba Khamenei afirmou que o Irã continuará realizando ataques contra bases militares dos Estados Unidos no Oriente Médio. Ele também indicou que o Estreito de Ormuz permanecerá fechado, contrariando expectativas de uma possível redução das tensões.
Uma autoridade iraniana informou à agência AFP que navios de alguns países poderiam ser autorizados a atravessar o estreito, mas não especificou quais nações seriam beneficiadas.
Hegseth declarou que os Estados Unidos possuem alternativas para lidar com a situação na região, embora não tenha detalhado quais medidas podem ser adotadas. Entre as possibilidades discutidas pelo governo norte-americano está o envio de navios de guerra para escoltar petroleiros que cruzam o estreito.
Situação militar do conflito
O secretário de Defesa afirmou que os bombardeios norte-americanos teriam reduzido significativamente a capacidade militar do Irã e indicou que novas operações aéreas poderiam ocorrer nos próximos dias.
Apesar das declarações mais firmes de Hegseth, o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA, general Dan Caine, adotou um tom mais cauteloso. Ele afirmou que, embora o Irã tenha sofrido perdas importantes, o país ainda mantém capacidade militar para ameaçar forças aliadas e embarcações comerciais na região.
Dados apresentados pelo Pentágono indicam que o número de mísseis disparados pelo Irã teria diminuído cerca de 90%, enquanto os ataques com drones teriam caído aproximadamente 95% desde o início do conflito.
Por Redação.
Segundo Hegseth, a liderança iraniana estaria escondida em bunkers localizados em áreas civis. De acordo com ele, a situação do governo iraniano demonstra fragilidade diante das ações militares dos Estados Unidos no conflito.
Durante a coletiva, o secretário também mencionou que o primeiro pronunciamento de Khamenei após assumir a liderança do país foi transmitido pela televisão estatal apenas em formato de texto, sem áudio ou vídeo do líder. Para Hegseth, esse detalhe levanta dúvidas sobre o real estado de saúde do dirigente iraniano.
Ainda segundo o representante do governo norte-americano, as forças armadas dos Estados Unidos teriam causado danos significativos à estrutura militar do Irã. Ele afirmou que a força aérea iraniana estaria praticamente inoperante, que parte da marinha foi neutralizada no Golfo Pérsico e que a capacidade de lançamento de mísseis do país foi reduzida.
Tensões no Estreito de Ormuz
Em pronunciamento feito na quinta-feira (12), Mojtaba Khamenei afirmou que o Irã continuará realizando ataques contra bases militares dos Estados Unidos no Oriente Médio. Ele também indicou que o Estreito de Ormuz permanecerá fechado, contrariando expectativas de uma possível redução das tensões.
Uma autoridade iraniana informou à agência AFP que navios de alguns países poderiam ser autorizados a atravessar o estreito, mas não especificou quais nações seriam beneficiadas.
Hegseth declarou que os Estados Unidos possuem alternativas para lidar com a situação na região, embora não tenha detalhado quais medidas podem ser adotadas. Entre as possibilidades discutidas pelo governo norte-americano está o envio de navios de guerra para escoltar petroleiros que cruzam o estreito.
Situação militar do conflito
O secretário de Defesa afirmou que os bombardeios norte-americanos teriam reduzido significativamente a capacidade militar do Irã e indicou que novas operações aéreas poderiam ocorrer nos próximos dias.
Apesar das declarações mais firmes de Hegseth, o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA, general Dan Caine, adotou um tom mais cauteloso. Ele afirmou que, embora o Irã tenha sofrido perdas importantes, o país ainda mantém capacidade militar para ameaçar forças aliadas e embarcações comerciais na região.
Dados apresentados pelo Pentágono indicam que o número de mísseis disparados pelo Irã teria diminuído cerca de 90%, enquanto os ataques com drones teriam caído aproximadamente 95% desde o início do conflito.
Por Redação.
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