Leonardo DiCaprio junta-se com indígenas e pede que o ‘Senado’ derrube o marco temporal - RONDONIA 319

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Leonardo DiCaprio junta-se com indígenas e pede que o ‘Senado’ derrube o marco temporal

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Um projeto de lei catastrófico que já foi aprovado na Câmara dos Deputados do Brasil

Porto Velho, RO - Após a aprovação do marco temporal pela maioria dos deputados na Câmara, o PL 490/07 estabelecendo novas diretrizes acerca do das terras indígenas, povos originários, instituições não governamentais e filantrópicas saíram em defesa do meio ambiente ao redor do globo.

O ator Leonardo Di Caprio, astro de Titanic saiu em defesa dos indígenas brasileiros. No Instagram, Di Caprio retuitou uma mensagem de vídeo em que vários ativistas, entre eles, a rondoniense, Txai Suruí, destacam os efeitos do marco temporal para terras as indígenas e comunidades caso seja definitivamente aprovado pelo Senado Federal.



A mensagem destaca que “não há lugar no mundo como a floresta amazônica, que sustenta a saúde de toda a vida na Terra. No entanto, a Amazônia e os povos indígenas que a protegem estão ameaçados por um projeto de lei catastrófico que já foi aprovado na Câmara dos Deputados do Brasil”.


Foto: Arquivo pessoal

Com aprovação pela Câmara no dia 31 por 283 votos favoráveis e 155 contrários, inclusive com o apoio de todos os oito parlamentares de Rondônia, o texto base que fala do marco temporal segue para o Senado, mas é justamente aos senadores e ao presidente da casa, o rondoniense Rodrigo Pacheco que os indígenas apelam.

“Apoie os povos indígenas do Brasil pedindo ao presidente do Senado, @rodrigopacheco, que rejeite o projeto de lei Marco Temporal (PL2903), que foi apoiado pelo setor de pecuária e que retiraria os direitos dos povos indígenas e abriria suas terras para uma onda sem precedentes de produção industrial de gado, mineração e exploração madeireira. Mais de 90% do desmatamento na Amazônia é resultado de desmatamento para gado e ração”.

O texto diz ainda “que se o projeto de lei for aprovado, ele levará a Amazônia ao limite e acelerará a perda de biodiversidade e as mudanças climáticas. O resultado será catastrófico para o planeta”.

Fonte: NewsRondônia

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