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Confúcio: Como no futebol, a política é feita de titulares e reservas, do peso da camisa e da força da torcida

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Em sua resenha, Moura comparou a vida política a um jogo de futebol, ou melhor, exaltou a importância de escolher com assertividade as equipes antes de lançar ao campo

Porto Velho, RO - Para o senador Confúcio Moura (MDB) o ano de 2024 chegou trazendo desafios e exigindo da população reflexões sobre escolhas. Numa postagem no Blog do Confúcio, nesta semana, o parlamentar chegou a fazer reflexão sobre os últimos anos ao dizer que “não estamos isentos ou imunes à política” e aproveitou o bojo para falar sobre política, mais precisamente com os olhares abertos para as eleições de outubro.

Em sua resenha, Moura comparou a vida política a um jogo de futebol, ou melhor, exaltou a importância de escolher com assertividade as equipes antes de lançar ao campo. Segundo ele, “como na “janela de transferência” do futebol, as eleições de 2024 nos permitirão mudar ou não os atuais ocupantes das posições no jogo. Também como no futebol, haverão diferenças entre os jogadores disponíveis, em que alguns valem o que pedem, outros são superfaturados e existem aqueles que buscarão soluções criativas, baratas e eficientes”.

“Neste ano, seremos chamados a escolher os(as) nossos(as) prefeitos(as) e vereadores(as), os políticos mais próximos a nós, os(as) que encontramos pelas ruas, sabemos onde estão e o que fazem – e aos quais, claro, pagamos salários. Se participamos do jogo, é legítimo que busquemos a vitória. Para isso, uma boa preparação exige conhecermos todos que entrarão em campo, os do nosso time e os adversários. Quanto mais conhecermos todos os jogadores, mais equilibrado será o jogo”, comparou.

“Daqui a 3, 4 meses conheceremos quem estarão no “mercado” das eleições. Pelo que leio nos bastidores, com informações dos “setoristas” que cobrem os times, digo, partidos, não serão muitos e, dentre estes, nenhuma surpresa. Prevejo dois times fortes, com camisas pesadas e estruturas gigantescas. Neste sentido, os nomes dos “capitães” pouco importam, uma vez que serão conduzidos pela “massa” que os seguem. O que fará a diferença entre eles será o “banco de reserva”, com predominância do “jogador” nº 12. Ou seja, as maiores chances de vitória estarão do lado de quem ousar inovar na “escalação” do “banco de reserva””, previu.

Por fim, Confúcio enfatizou que no jogo das eleições é preciso “espera um jogo com lealdade, e que o vencedor seja aquele que errar menos e for mais eficiente nas “finalizações”. Estas não serão muitas, eu creio, pois as defesas são fortes e os dois “goleiros” parecem estar em boa fase”.

“Aos que torcem para que o resultado lhe favoreça, cabe tentar influenciar nas estratégias de um lado e outro, na busca de sofrer menos durante o jogo e menos ainda por ficar fora do “campeonato” por quatro longos anos”, concluiu.

Fonte: News Rondônia

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