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Ações da Operação Mapinguari efetuam apreensões e reforçam segurança no Parque Estadual de Guajará-Mirim

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Cercamento é desmontado pelos policiais durante a operação

Porto Velho, RO - Após 17 dias do início da 2ª fase da Operação Mapinguari os resultados parciais são positivos. A inutilização de estruturas temporárias deixadas pelos invasores do Parque Estadual de Guajará-Mirim tem acelerado nos últimos dias.

Segundo o comandante da Operação, tenente-coronel Adenilson Silva, mais de 20 km de cercamento foram cerrados e cerca de 200 barracos foram derrubados pelas equipes de policiais que estão atuando no local. Há também a confirmação de que as cercas instaladas pelos invasores continuarão a serem inutilizadas no decorrer da 3ª fase da Operação, considerando a grande extensão das estruturas.

NOVAS BASES

Com a criação de novas estruturas de fiscalização para o início da 3ª fase da Operação o objetivo será manter a segurança nos controles de acesso ao Parque Estadual visando manter a área desocupada após o término da 2ª fase. “Estamos avançando a cada dia visando apoiar a decisão do cumprimento judicial de desocupação no Parque Estadual Guajará-Mirim. Estão sendo construídas novas bases considerando a necessidade de ampliarmos o monitoramento fixo local e também um ponto de apoio para as equipes móveis no terreno”, disse o tenente-coronel Adenilson.

MULTAS E ARMAS APREENDIDAS

O secretário de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania, Felipe Vital, destaca a apreensão de armas de fogo e cerca de R$ 27 milhões em multas aplicadas. “Foram seis armas apreendidas pelas equipes em campo. Isso significa mais segurança para a região. E as multas aplicadas concretizam a intensão que o Estado tem com a área desocupada. O Governo de Rondônia continuará investindo na segurança da região, especialmente com a designação de equipes para manter o trabalho de desocupação em obediência à determinação judicial”, declarou.

ABORDAGENS

Durante a realização da operação cerca de 1.000 abordagens já foram realizadas nas linhas que dão acesso à região. Com base nesse número o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Regis Braguin, destaca a ostensividade das equipes na prevenção de delitos na localidade. “Com a efetivação das abordagens as equipes que estão com a missão de desocupação do Parque Estadual têm a possibilidade de trabalharem com mais segurança nas imediações das linhas que compõe o local em litígio”, pontuou.

MANEJO DE GADO

Ainda segundo o Comando-Geral da PM foram retirados por meio dos trâmites administrativos da
Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia – Idaron, cerca de 1.500 cabeças de gado da região. Desse total, mais de 200 cabeças de gado foram encontradas e apreendidas no interior do Parque.

POTENCIALIDADES DA REGIÃO

O governador Marcos Rocha destacou as potencialidades da região e reafirmou que os trabalhos de fiscalização no Parque Estadual vão continuar. “A Operação Mapinguari é muito importante para o contexto amazônico em que vivemos. Com a desocupação da Unidade de Conservação estaremos contribuindo para a preservação da fauna e flora, fazendo com que se potencialize as políticas de regeneração do meio-ambiente no Parque” finalizou.

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